Jesus estava falando dele mesmo: ele é essa divindade menor, que se considera maior. Enquanto o deus verdadeiro cria regras e ordem no caos, a divindade menor apenas ama, porque o amor a tudo perdoa, até mesmo o assassino que estuprou uma criancinha, etc. Fácil assim, como num estalar de dedos. Os livros do que chamam novo testamento fazem parte dos escritos dos condenados, aqueles que morreram para trazer a destruição ao mundo. A primeira vítima, a chamada vítima inocente, crucificada pelos romanos, os quais cumpriram o trecho do Gênesis que diz "Ela (a descendência da mulher) te esmagará a cabeça...": uma serpente é dividida em treze parte (doze signos do zodíaco mais um esmagado - signo de serpentário) - uma cabeça e doze segmentos (Jesus, o cabeça, como os próprios discípulos o dizem, e os doze segmentos ou seguidores). Para satisfazer a esse deus, é necessário - como nos cultos de magia - o sacrifício de uma vítima dita inocente, mas todos os seguidores também são vítimas de morte violenta - isso faz parte do acordo. Todos os apóstolos morrem por morte violenta. Alguém poderá dizer: e Paulo? Toda serpente tem um chocalho e o chocalho faz barulho mesmo após a morte da serpente (mas não faz parte da serpente). Jesus conversa no deserto com a Nahash, a quem credita ser o deus verdadeiro; escuta suas promessas sobre tomar o reino dos céus, de que morrerá mais voltará, porém, antes do derradeiro destino, como está escrito, cai em dúvida: "aparta de mim este cálice" - não quero ser o portador dessa nova suposta ordem, mas já era tarde demais. O sacrifício de um inocente, dado voluntariamente, traria o reino dessa Nahash sobre a Terra - só que é dito que "o animal mais astuto que D'us havia criado".

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog