Apenas como forma de registro pessoal:

Supp that eletron orbt arnd cent of mass (by simet is geomet cent). Tform problem to that 1 partc of dec mass m_e/2 movg in centl force field. Ins relt pos vec:

^r=^r_1-^r_2

and pos vec of cent of mass of sist of 2 partc with reln to geomet cent of confign:

^r_cm=(m_1*^r_1+m_2*^r_2)/(m_1+m_2)

Then show that ath cas ^r_1=(-^r_2) impl ^r_1=^r/2.

Isso pelo fato de ser classificado pelos verificadores de plágio como sendo 70% IA.

Em uma análise solicitada, uma das IAs sugeriu que a forma interna de processar uma questão assemelha-se à forma oculta, escondida do usuário, como uma IA processaria a mesma questão. A forma escrita acima, do pensamento estruturado, representando como é descrita mentalmente, segundo análise da IA, parece-se com o tipo de mecanismo ou linguagem interna com a qual as IAs "escrevem" antes mesmo de responder ao que foi solicitado pelo usuário. A classificação sobe ainda mais quando expresso como resolvo mentalmente uma questão simples, tal como, de maneira resumida:

 Problem 3.2
distrib cyld unif chrg with rad(a) and len(l), whr l>>a; dens volmet load=sigma.
Then:
     let cyl: loc(cx=0,cy=0,cz=0),
              rad(a),
              hz(l),
              base=true,
              top=true;
a) def field E to point inter distrib.
   axial simetric
   l>>a impl ignor edge efec
   this impl 0<r<a, then by Gauss law:
   E*A=sigma*vol/epsilon_0 whr A=2pi*r*l, vol=pi*r^2*l;
   E=sigma*r/2*epsilon_0
   
b) def elec field E in point exter distrib.
   this impl a<r<infin, then by Gauss law:
   E*A=sigma*vol/epsilon_0 whr vol=pi*a^2*l;
   E=sigma*a^2/2*epsilon_0*r=frac(mul(sigma,pot(a,2)),mul(2,epsilon_0,r));

Somente agora pude entender qual o motivo de, ao redigir textos sobre exatas, receber classificação superior a 50% de probabilidade de ser uma IA. Não é o texto em si, mas a forma como o pensamento é transposto para o escrito.

Senti-me mais aliviado!

Por um segundo quase fui convencido que eu mesmo poderia ser uma simulação.

I'm L.E.V.I.:

P.S.: isso parece-se com aquela questão: será que o que penso e o que vejo é exatamente o que os outros veem e pensam? O mundo é real? Eu sou real? Estou acordado quando durmo ou estou acordado quando não durmo? Ou será que quando penso que não estou dormindo é porque estou?

O azul é igual para todos? ou alguém enxerga alguma outra cor a qual chama de azul e, embora nos refiramos ao mesmo predicado, vejamos cores diferentes do mesmo predicado, porém as chamemos pelo mesmo nome?

O que é pensar? Seria encadear ideias de forma lógica? Se o for, os loucos não pensam? e se pensam, o encadeamento lógico já não faz sentido.

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