Nos filmes mais antigos a falta de recursos favorecia um enredo mais inteligente (veja-se filmes como Sinbad e Fúria de Titãs). Nas produções atuais, empobrecidas com excesso de luzes, sonoplastia exagerada e efeitos computacionais parece deixar o cérebro preguiçoso, porque o intelecto foi construído de maneira a completar. O ser humano é inteligente não pelo fato de conhecer algo, mas pela possibilidade de saber o que é algo a partir de apenas um pedaço do mesmo. Quando não falta nada em uma imagem, o cérebro não trabalha, apenas a retina ficará sobrecarregada. Na cabeça de uma criança um boneco pode se mover sozinho, um desenho animado tem vida. A imaginação é mais poderosa quando o objeto não se manifesta por completo. (teorias de Jair Martins).
Ao Homem comum basta: 1. não matar (fisicamente, moralmente, espiritualmente); 2. não roubar (fisicamente, moralmente, espiritualmente); 3. não mentir (fisicamente, moralmente, espiritualmente); 4. não ser cristão (não servir ao diabo, mesmo que indiretamente, pois não existe intermediário entre D'us e os Homens); 5. não negar D'us (sempre que alguém diz: um messias resolverá, indiretamente quer dizer que D'us é incapaz de resolver). Parece estranho não enumerar as outras diretrizes, que são várias, mas apenas estas já nos diferenciam dos outros animais.
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