Nos filmes mais antigos a falta de recursos favorecia um enredo mais inteligente (veja-se filmes como Sinbad e Fúria de Titãs). Nas produções atuais, empobrecidas com excesso de luzes, sonoplastia exagerada e efeitos computacionais parece deixar o cérebro preguiçoso, porque o intelecto foi construído de maneira a completar. O ser humano é inteligente não pelo fato de conhecer algo, mas pela possibilidade de saber o que é algo a partir de apenas um pedaço do mesmo. Quando não falta nada em uma imagem, o cérebro não trabalha, apenas a retina ficará sobrecarregada. Na cabeça de uma criança um boneco pode se mover sozinho, um desenho animado tem vida. A imaginação é mais poderosa quando o objeto não se manifesta por completo. (teorias de Jair Martins).

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog